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São José do Rio Preto tem mais riqueza e produtividade

Publicado por Imóveis de Rio Preto em 13 de março de 2015
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O Produto Interno Bruto (PIB) de Rio Preto atingiu R$ 10,7 bilhões em 2012, o que representa um crescimento de 10,3% em relação ao volume anterior, de 2011, que havia sido R$ 9,7 bilhões.

São José do Rio Preto tem mais riqueza e produtividade

Os dados foram divulgados ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com o resultado, a cidade ganhou uma posição no ranking paulista e ficou na 17ª colocação no ano, mantendo desempenho de permanecer entre as 20 cidades mais ricas. Esses são os dados mais recentes a respeito da riqueza dos municípios.

No Brasil, o PIB atingiu o volume de R$ 4,392 trilhões, resultado inferior aos R$ 4,4 trilhões registrados em 2011. Ao mesmo tempo, no Estado de São Paulo, o indicador totalizou R$ 1,408 trilhão, superior ao resultado de R$ 1,349 trilhão de 2011. Rio Preto foi na contramão e, ao contrário dos resultados nacional e estadual, registrou aumento na produção das riquezas. Para o economista José Aparecido Firmino, o resultado é bastante positivo, inclusive por atingir o patamar de 10%.

São José do Rio Preto tem mais riqueza e produtividade

Isso porque, o Brasil tem crescido muito pouco nos últimos anos. “Rio Preto consegue superar em função de sua economia, que atrai investimentos. E são os investimentos que fazem o crescimento da cidade acontecer”, explica. Apesar do crescimento, dois indicadores que compõem o PIB do município registraram queda de um ano para outro, o da indústria e o da agropecuária. O único setor a crescer, também mantendo uma realidade que se repete na cidade, foi o de serviços, que obteve alta de 13,8%, ao passar de R$ 7,050 bilhões em 2011 para R$ 8,029 bilhões em 2012.

Integram o grupo de serviços setores como administração, saúde, educação e seguridade social. O PIB da indústria registrou queda de 2,5%, ao passar de R$ 1,462 bilhão para R$ 1,424 bilhão no período. Já o indicador que mede a produção de riquezas no agronegócio caiu 13,2%, ao passar de R$ 32,5 milhões em 2011 para R$ 28,2 milhões em 2012. Os impostos totalizaram R$ 1,256 bilhão, alta de 5,9% em relação ao resultado de R$ 1,185 bilhão de 2011.

São José do Rio Preto tem mais riqueza e produtividade

Segundo Firmino, Rio Preto tem em seu DNA essa característica forte da prestação de serviços como pilar de sua economia. “O setor vem ganhando o espaço justamente da indústria, que, acometida por sucessivas crises, abre espaço para fortalecer o segmento que atende setores como educação, medicina, beleza, contabilidade, segurança, entre tantos outros”, disse. Na região, depois de Rio Preto, Bebedouro é a cidade com o maior PIB, de R$ 3,5 bilhões, na 59ª colocação do ranking. Aparecem ainda Catanduva, na 70ª posição do ranking e com R$ 2,7 bilhões, e Votuporanga, com R$ 1,5 bilhão de PIB e na 102ª colocação paulista.

PIB per capita

O PIB per capita de Rio Preto – a produção de riquezas dividida pela população – cresceu no período. O valor passou de R$ 23,6 mil em 2011 para R$ 25,8 mil em 2012. Nessa avaliação, o resultado local é pífio em relação ao restante das cidades paulistas. Rio Preto ficou na 143ª colocação entre os 645 municípios do Estado. O resultado de 2012, entretanto, é melhor do que o de 2011, quando a cidade ficou na 184ª colocação.

São José do Rio Preto tem mais riqueza e produtividade

O maior PIB per capita paulista é de Louveira, num total de R$ 285,6 mil. Em seguida aparecem Jambeiro, com R$ 151 mil, e Barueri, com R$ 134,6 mil. Da região Noroeste paulista, o maior PIB per capita é de Ouroeste, num total de R$ 77,4 mil. A cidade ocupa a 16ª colocação no ranking. Ariranha está na 19ª posição, com R$ 63,9 mil. Em seguida, Ilha Solteira, com R$ 55,3 mil de PIB per capita e na 29ª colocação no ranking paulista.

É importante ressaltar que o cálculo do PIB municipal tem como objetivo mensurar o valor do produto gerado em cada cidade e não significa a renda obtida pelos moradores. Isso quer dizer que o PIB per capita não representa o rendimento de cada indivíduo que vive na cidade. É apenas uma conta e não pode ser utilizado como indicador de bem-estar do cidadão.

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